sexta-feira, 16 de novembro de 2012



MOR

Hoje logo volto a Igreja
Para ela lá vou rezar.
Que a paz com ela esteja
Nos trintas dia a passar.

Sofre a no peito
Uma grande saudade
Este pobre sujeito
Ela goza a felicidade

Uma história de vida
Cinquenta anos de conviva.
De uma vida bem vivida
Minha oração agora envia.

Nesta vida terrena
Sua viagem terminou.
Sua alma na vida perene
No céu ela já chegou.

Continue a nos proteger
Nossas preces sobem aos céus.
Por todo seu merecer
Como os mais brancos véus.

Sou noivo da poesia
Continuo a poetar.
Com toda a porfia
Meu viver é sonhar.

São José/SC, 15 de novembro de 2012.

sábado, 19 de março de 2011

Sensibilidade a navegar com poesias

Sensibilidade a navegar com poesias
Deste anjo da poesia
Na beleza do poetar
Tudo já é grande magia
Neste mais belo cantar

domingo, 19 de dezembro de 2010

#links

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VISITAR AS CATEDRAIS

MOR

Do romantismo aos ideais
Rompes todas as correntes.
Relembrar as velhas catedrais
Diante de todos os entes.

Chegar ao velho continente
Das imponentes catedrais.
Logo num olhar insistente
As belas obras magistrais.

De Milão a Roma
De Roma chegar a Paris.
Do perfume o aroma
Quem escapa desse tris.

De Paris a Londres
Pensando na Nostre-Damo.
De todas as previsões
Do vidente Nostradamus.

São José/SC, 16 de dezembro de 2010.
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domingo, 19 de setembro de 2010

TUDO PELA DEMOCRACIA

TUDO PELA DEMOCRACIA

MOR

Política no bom sentido
Seria o bem de uma nação.
Usando qualquer vestido
Não a busca do galardão.

Rodeada de bons políticos
Sem vestir o macacão.
Todos eles bem pacíficos
Pensando em sua nação.

Logo o tributo do povo
Político não deve engordar.
Para não ser um engodo
A vida de o povo melhorar.

Pelo povo deve lutar
Pois dele recebeu poder.
Para o país governar
Nem pode se esconder.

São José/SC, 14 de setembro de 2010.
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RICO ESTANCIEIRO

RICO ESTANCIEIRO



Mário Osny Rosa



Lá nos pampas gaúcho vivia um rico fazendeiro, possuía muitas fazendas povoadas de gados; de eqüinos e de muares, suas fazendas tinha grandes dimensões e num dia não se conseguia voltear qualquer uma delas. Tinha uma linda casa, sua esposa era maravilhosa, recebia as visitas com vasta e lauda mesa de comensais.

Depois de muitos anos de casada não há tinha engravidado, seu marido queria um ou mais filhos homens e mulheres para no futuro administrar toda aquela riqueza, e ainda mais alegrar aquela casa solitária.

Já tinha consultado todos os médicos da cidade e tinha feito exame até na capital, Após longas conversas sobre o assunto na tentativa de resolver o problema os dois em comum acordo ele a convenceu que iria ter relação com outras mulheres na tentativa de ter um herdeiro, pois na idéia do mesmo o problema estava na sua esposa.

Todas as tentativas era em vão e nada de engravidar alguém naquelas tentativas extraconjugais.

Certo dia um seu amigo foi o visitar, chegando à fazenda o mesmo não estava, sua esposa o recebeu preparou uma lauda mesa de café conversou por longo tempo, os assuntos foram os mais variados, ela relatou que eram casados a mais de dez anos e nunca ficou grávida, e, por isso seu marido tinha ido numa casa de mulheres da vida, pois estava tentando engravidar uma para ter um herdeiro, o amigo de seu marido perguntou - se ele tinha feito exame também - ela disse que só ele nao fazia os exames e tratamentos ele, pois não admitia que fosse dele o motivo de não engravidar a mesma, o amigo perguntou – sua ovulação vem normalmente ela disse que sim e ainda mais revelou que estava nos dias de engravidar ele então disse: - se ele está há tentar por tanto tempo sem resultado, você podia tentar uma vez e quem sabe dar o resultado que ele tanto procura, mas como eu vou fazer isso? – é muito fácil se você está mesmo nos dia próprios eu posso ajudar isso no maior segredo se você topa? Eu colaboro, - ela topou tiveram o relacionamento naquela bela tarde. - E logo à noite você não vai dar descanso para ele na cama, transa a noite toda, se ele reclamar que está cansado, você diz a ele se teve relaçõe sexuais com as mulheres da vida agora tem obrigação de manter relações sexuais comigo como dever de homem casado. Despediram-se com um afetuoso beijo selando aquele encontro extra-amoroso e quem sabe o único na sua vida.

O amigo do seu marido retornou para sua casa que ficava a uma légua de distância daquela fazenda.

Ela ficou pensativa... - Será que vai dar certo? Mas na sua mente ficou gravada bem a ordem do amigo do seu marido, - imaginava como seria aquela noite, pois ainda continuava - com um fogo explodindo no seu corpo depois daquele relacionamento; parecia ter o mesmo despertado algo que nunca sentira em sua vida de casada, em sua cabeça girava mil pensamentos, hoje a coisa vai dar certo, daqui a nove messes terei um filho que será o herdeiro disso que temos.

No cair da noite seu marido chegava daquela aventura que vivera naquela tarde na tentativa de engravidar uma china e ter um filho, como era machão achava que ele não era o culpado, a esposa o recebeu com um abraço afetuoso e bem quente. A noite preparou um jantar leve e como naquela época não existia luz elétrica e só a luz de lampião ou daquela velha “pomboca” mais conhecida por lamparina a querosene. Sua esposa, já tinha preparado uma surpresa para ele que nem ele imaginava, tinha escolhido a melhor camisola tinha colocado a melhor roupa de cama, queria mesmo transformar aquela noite, como foi à primeira noite do seu casamento, seria uma noite para nunca esquecer em todo a sua vida.

Depois daquele jantar não restava outra coisa a não ser se recolherem aos aposentos e dormirem, mas que dormir?

Quando ele entrou no quarto percebeu que o mesmo estava diferente, nunca o tinha encontrado assim depois daquela primeira noite de núpcias. - Pensava com seus botões o que ela está aprontando para essa noite, só esperando para saber.

Ela chegou ao quarto com uma bela camisola a mesma da primeira noite, ele olhou - alguma coisa vem por aí, ele já estava deitado, pois estava cansado de tanto transar naquela tarde com o fito de engravidar aquela china.

Ela deita ao seu lado e logo procura excitá-lo, parecia estar com o diabo no corpo, estava com um fogo que parecia arder até o corpo do seu marido, - será que ela está nos dias delas pelo jeito ele imaginava, nem adiantava reclamar ou dizer que estava cansado tinha que atender aquela fogosa de qualquer maneira pensou. Imaginava será que dessa vez ela vai ficar grávida? Mil coisas pairavam na sua cabeça e por mais duas noites se repetiu àquelas mesmas cenas. - Nos dias seguintes estava ele a pensar será que daqui nove meses terei novidade ou quem sabe até antes, as mulheres quando ficam grávidas começam a ficar enjoada, sentem vontade de vomitar ao verem comida na mesa. Agora é só esperar e ver o que vai acontecer.



...



O tempo foi passando e lá pelo terceiro mês aparecerão os primeiros sinais, os primeiros os enjôos e depois começou aparecer mais gorda seu marido e ela estavam eufóricos com aqueles sinais, todas as noites acariciava ela e a tratava como uma rainha, e com todo o respeito, nunca mais foi naquelas casas de mulheres de vida fácil, agora tinha certeza que teria um herdeiro ou herdeira, se fosse menino ou menina pouco importava e nessa época nem se podia saber. - Só lembranças daquelas noites maravilhosa das primeiras noites após o casamento, mas porque não aconteceu antes era o que tinha na mente, seria uma experiência ou mesmo uma dádiva de Deus?

Ela sempre tinha algumas dúvidas, de quem seria mesmo esse futuro bebê?

Mas mantinha tudo em segredo, conforme as ordens do amigo de seu marido, pois segredo é segredo e só pode ser entre duas pessoas, se, no entanto surgir uma terceira pessoas deixa de ser segredo.

Naquela remota época nem se imaginava a tecnologia de hoje nessas questões de paternidade.

Assim o tempo ia passando e a esposa do estancieiro engordando até além do limite, ele olhava para ela e ficava pensando... - Será que vem gêmeo essa barriga está muito grande, ou será um robusto menino quem sabe com seis quilos, isso pode até ser.

Mas tudo pairava em sua cabeça depois de tantas tentativas em todos aqueles anos de casado, vamos esperar e ver o que vai acontecer.

Quando completou o tempo da gestação o estancieiro tinha providenciado uma parteira que chegou com antecedência na fazenda para fazer o acompanhamento e o parto da sua esposa.

E no dia marcado nasceu um belo menino que pesou seis quilos era robusto e corado, logo em seguida escolheram o nome de comum acordo João Jose receberia o nome dos dois avos paterno e materno.

O fazendeiro já pensava na festa do batizado e quem seria o padrinho daquele belo rebento.



São José/SC 7 de janeiro de 2.007.

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DESERTO DA ATACAMA

DESERTO DA ATACAMA

MOR

Reverencia ao deserto
Com suas flores coloridas.
Naquele lugar incerto
Como podem terem vidas.

Seria as orações dos mineiros
Que dariam aquelas vidas.
Naquele trabalho bem ordeiro
Logo ali estão floridas.

Quando de lá sair ali encontrar
Seria aquele momento.
Ao céu uma oração elevar
No maior agradecimento.

Num obelisco marcar
O infausto salvamento.
Cada nome registrar
O grande acontecimento.

São José/SC, 10 de setembro de 2010.
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UM REINO

UM REINO

MOR

Em terras muito distante tinha um Monarca que governava seu reino por muitos anos a fio, seu povo era ordeiro e bom contribuinte, seu reino era o mais rico nele nada faltava.

Exportava de tudo menos tecnologia, tinha uma educação razoável, mas sem muito desenvolvimento tecnológico, seu governo era fechado, seus ministros não tinham muitos contatos com as necessidades do povo do reino.

Suas estradas construídas com a força do tributos dos súditos, e mais a força braçal dos mesmos.
Tudo era muito demorado em função do protecionismo e uma parcela de súditos, mais bem aquinhoados do reino este sempre recebiam os maiores dotes e benefícios na construção de estradas, pontes e outros meios de transportes que existiam naquele reino, mas os vassalos não favorecidos pela sorte recebiam o necessário, para não competir com os fortes do reino.

No reino só existia dois partidos para eleger o poder legislativo que elaborava as Leis e tudo era determinado pela Sua Majestade o Rei todo poderoso e pela maioria do legislativo.

Entre os vassalos existia um moço muito inteligente, que tinha estudado em outro reino e tinha uma vontade de mudar algumas coisa naquele reino, mas como os vassalos daquele reino não tinha um partido para fazer parte dos destinos do reino.

Tudo acontecia pela falta de cultura, pois os vassalos não tinham oportunidade de expor suas idéias, nos meios de comunicações, pois só existia uma liberdade restrita, e ainda os vassalos não tinham oportunidade de freqüentar escolas melhores simplesmente aprendiam a ler e escrever e um pouco de matemática, para defender suas necessidades naquele reino. Pois da pouca liberdade que existia no reino este moço começou a requisitar entre os vassalos de cada Província, os mais inteligente, e com estes formarem a maioria dos vassalos do reino.

Este jovem mais instruído tinha suas idéias exposta para os vassalos com sua filosofia.

Sempre em seus debates insistia, que para ser ter uma vitória necessitava de ter conhecimento cultura e educação e com isso no futuro ter até uma terceiro partido no reino que viesse defender os direitos dos vassalos, tudo isso diante da pouca liberdade que a maioria dos vassalos tinham no reino.

Foi um trabalho demorado na organização de toda uma estrutura até chegar a desfrutar alguma glória, entre os vassalos existia depois de um certo tempo de formação três linhas filosóficas, naquele reino, uma linha bem radical, uma moderada e a outra menos moderada, nunca se chegava a um consenso nas atividade entre as três linha filosóficas.

A radical queria mudar tudo e ainda todo o sistema no reino e pensava até em transformar numa república, destas república que só tem o nome de república, já os moderados queriam que os vassalos pudessem eleger seus representantes no legislativo do reino e os menos moderados seria a maria vai com as outras, não tinha nenhuma ambição diante de seus companheiros.

Levou muitos anos até se solidificar aquelas filosofias tripartidas até que num momento os radicas conseguem eleger deputados senadores e com isso haver um equilíbrio no legislativo do reino e os vassalos já conseguiam ter suas revindicações atendidas, mas a velha ambição dos radicais continuava viva nos ideais daqueles que queriam mudar aquele reino.
O Monarca já era velho e não tinha herdeiros, pois com isso não estava longe de acontecer uma mudança naquele reino, e ainda com os vassalos no legislativo começaram a dar mais liberdade aos mesmos nos meios de comunicação embora fossem estes ainda muito fraco no reino.

No incio do ano legislativo os vassalos conseguiram a presidência da camara dos deputados e esta foi o começo de uma reviravolta no reinado daquele Monarca.

O velho Monarca, já cansado e sem ter mais forças para comandar aquele reino vendo toda aquela reviravolta, debilitado, sofre um ataque cardíaco fulminante e lá fica o reino sem o seu rei, o senado decreta oito dias de luto e a bandeira é hasteada a meio pau em sinal de luto.

Foi estabelecido três dias de visita ao velório para que todos os súditos pudessem se despedir do velho monarca e no quarto o corpo baixaria a sepultura com a presença de todo o reino.

Desde o falecimento as duas casas legislativas estavam em reuniões consecutivas, não havia um entendimento de quem deveria assumir o reino depois de sepultar o monarca.

Entre as duas casas existiam várias correntes de pensamento sobre o assunto, uns achavam que deveria ser o presidente do senado, logo outros pensavam que deveria ser o presidente dos deputados, já a corrente mais radical entendia que deveria convocar uma assembléia constituinte e transformar o reino numa República, e enfim chamaram o judiciário para resolver o impasse, pois o mesmo tinha que dar um parecer diante de toda aquela divergência que imperava naquele momento.

O judiciário do reino convoca uma Plenária do mesmo e seu Presidente coloca em discussão o assunto daquele momento, depois de muito debate sem chegar a um acordo final um dos juízes do Supremo pede vistas ao processo, para um análise mais profundo sobre o assunto o Presidente concedeu vistas, e deu um prazo de quinze dias para uma nova reunião e chegar a uma conclusão final, e as duas casas legislativas ficaram esperando a resposta.

O Juiz que pediu vistas ao processo depois analisar o mesmo e dar seu parecer diante da Constituição do reino sua tese vai expor no plenário do Supremo no prazo estabelecido pelo seu Presidente.

Quinze dias depois o Judiciário volta a se reunir e escutar a tese e parecer do juiz que solicitou na última reunião e em seguida dar o parecer final as duas casas do legislativo.

Em seu parecer defendeu a tese de que a constituição estabelece no caso em tela que seja formada um Junta Administrativa que terá o prazo de noventa dias, para que seja feito um plebiscito para saber que tipo de governo o povo quer daquele momento em diante, como neste reino o povo tem pouca cultura só Deus sabe o que vai acontecer neste plebiscito.

Quem mesmo vai apostar neste momento dos acontecimentos, o que será o futuro daquele reinado,
só a história futura poderá registrar todos os fatos e atos que vão acontecer.

São José/SC, 18 de setembro de 2010.
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