domingo, 19 de dezembro de 2010

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VISITAR AS CATEDRAIS

MOR

Do romantismo aos ideais
Rompes todas as correntes.
Relembrar as velhas catedrais
Diante de todos os entes.

Chegar ao velho continente
Das imponentes catedrais.
Logo num olhar insistente
As belas obras magistrais.

De Milão a Roma
De Roma chegar a Paris.
Do perfume o aroma
Quem escapa desse tris.

De Paris a Londres
Pensando na Nostre-Damo.
De todas as previsões
Do vidente Nostradamus.

São José/SC, 16 de dezembro de 2010.
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domingo, 19 de setembro de 2010

TUDO PELA DEMOCRACIA

TUDO PELA DEMOCRACIA

MOR

Política no bom sentido
Seria o bem de uma nação.
Usando qualquer vestido
Não a busca do galardão.

Rodeada de bons políticos
Sem vestir o macacão.
Todos eles bem pacíficos
Pensando em sua nação.

Logo o tributo do povo
Político não deve engordar.
Para não ser um engodo
A vida de o povo melhorar.

Pelo povo deve lutar
Pois dele recebeu poder.
Para o país governar
Nem pode se esconder.

São José/SC, 14 de setembro de 2010.
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RICO ESTANCIEIRO

RICO ESTANCIEIRO



Mário Osny Rosa



Lá nos pampas gaúcho vivia um rico fazendeiro, possuía muitas fazendas povoadas de gados; de eqüinos e de muares, suas fazendas tinha grandes dimensões e num dia não se conseguia voltear qualquer uma delas. Tinha uma linda casa, sua esposa era maravilhosa, recebia as visitas com vasta e lauda mesa de comensais.

Depois de muitos anos de casada não há tinha engravidado, seu marido queria um ou mais filhos homens e mulheres para no futuro administrar toda aquela riqueza, e ainda mais alegrar aquela casa solitária.

Já tinha consultado todos os médicos da cidade e tinha feito exame até na capital, Após longas conversas sobre o assunto na tentativa de resolver o problema os dois em comum acordo ele a convenceu que iria ter relação com outras mulheres na tentativa de ter um herdeiro, pois na idéia do mesmo o problema estava na sua esposa.

Todas as tentativas era em vão e nada de engravidar alguém naquelas tentativas extraconjugais.

Certo dia um seu amigo foi o visitar, chegando à fazenda o mesmo não estava, sua esposa o recebeu preparou uma lauda mesa de café conversou por longo tempo, os assuntos foram os mais variados, ela relatou que eram casados a mais de dez anos e nunca ficou grávida, e, por isso seu marido tinha ido numa casa de mulheres da vida, pois estava tentando engravidar uma para ter um herdeiro, o amigo de seu marido perguntou - se ele tinha feito exame também - ela disse que só ele nao fazia os exames e tratamentos ele, pois não admitia que fosse dele o motivo de não engravidar a mesma, o amigo perguntou – sua ovulação vem normalmente ela disse que sim e ainda mais revelou que estava nos dias de engravidar ele então disse: - se ele está há tentar por tanto tempo sem resultado, você podia tentar uma vez e quem sabe dar o resultado que ele tanto procura, mas como eu vou fazer isso? – é muito fácil se você está mesmo nos dia próprios eu posso ajudar isso no maior segredo se você topa? Eu colaboro, - ela topou tiveram o relacionamento naquela bela tarde. - E logo à noite você não vai dar descanso para ele na cama, transa a noite toda, se ele reclamar que está cansado, você diz a ele se teve relaçõe sexuais com as mulheres da vida agora tem obrigação de manter relações sexuais comigo como dever de homem casado. Despediram-se com um afetuoso beijo selando aquele encontro extra-amoroso e quem sabe o único na sua vida.

O amigo do seu marido retornou para sua casa que ficava a uma légua de distância daquela fazenda.

Ela ficou pensativa... - Será que vai dar certo? Mas na sua mente ficou gravada bem a ordem do amigo do seu marido, - imaginava como seria aquela noite, pois ainda continuava - com um fogo explodindo no seu corpo depois daquele relacionamento; parecia ter o mesmo despertado algo que nunca sentira em sua vida de casada, em sua cabeça girava mil pensamentos, hoje a coisa vai dar certo, daqui a nove messes terei um filho que será o herdeiro disso que temos.

No cair da noite seu marido chegava daquela aventura que vivera naquela tarde na tentativa de engravidar uma china e ter um filho, como era machão achava que ele não era o culpado, a esposa o recebeu com um abraço afetuoso e bem quente. A noite preparou um jantar leve e como naquela época não existia luz elétrica e só a luz de lampião ou daquela velha “pomboca” mais conhecida por lamparina a querosene. Sua esposa, já tinha preparado uma surpresa para ele que nem ele imaginava, tinha escolhido a melhor camisola tinha colocado a melhor roupa de cama, queria mesmo transformar aquela noite, como foi à primeira noite do seu casamento, seria uma noite para nunca esquecer em todo a sua vida.

Depois daquele jantar não restava outra coisa a não ser se recolherem aos aposentos e dormirem, mas que dormir?

Quando ele entrou no quarto percebeu que o mesmo estava diferente, nunca o tinha encontrado assim depois daquela primeira noite de núpcias. - Pensava com seus botões o que ela está aprontando para essa noite, só esperando para saber.

Ela chegou ao quarto com uma bela camisola a mesma da primeira noite, ele olhou - alguma coisa vem por aí, ele já estava deitado, pois estava cansado de tanto transar naquela tarde com o fito de engravidar aquela china.

Ela deita ao seu lado e logo procura excitá-lo, parecia estar com o diabo no corpo, estava com um fogo que parecia arder até o corpo do seu marido, - será que ela está nos dias delas pelo jeito ele imaginava, nem adiantava reclamar ou dizer que estava cansado tinha que atender aquela fogosa de qualquer maneira pensou. Imaginava será que dessa vez ela vai ficar grávida? Mil coisas pairavam na sua cabeça e por mais duas noites se repetiu àquelas mesmas cenas. - Nos dias seguintes estava ele a pensar será que daqui nove meses terei novidade ou quem sabe até antes, as mulheres quando ficam grávidas começam a ficar enjoada, sentem vontade de vomitar ao verem comida na mesa. Agora é só esperar e ver o que vai acontecer.



...



O tempo foi passando e lá pelo terceiro mês aparecerão os primeiros sinais, os primeiros os enjôos e depois começou aparecer mais gorda seu marido e ela estavam eufóricos com aqueles sinais, todas as noites acariciava ela e a tratava como uma rainha, e com todo o respeito, nunca mais foi naquelas casas de mulheres de vida fácil, agora tinha certeza que teria um herdeiro ou herdeira, se fosse menino ou menina pouco importava e nessa época nem se podia saber. - Só lembranças daquelas noites maravilhosa das primeiras noites após o casamento, mas porque não aconteceu antes era o que tinha na mente, seria uma experiência ou mesmo uma dádiva de Deus?

Ela sempre tinha algumas dúvidas, de quem seria mesmo esse futuro bebê?

Mas mantinha tudo em segredo, conforme as ordens do amigo de seu marido, pois segredo é segredo e só pode ser entre duas pessoas, se, no entanto surgir uma terceira pessoas deixa de ser segredo.

Naquela remota época nem se imaginava a tecnologia de hoje nessas questões de paternidade.

Assim o tempo ia passando e a esposa do estancieiro engordando até além do limite, ele olhava para ela e ficava pensando... - Será que vem gêmeo essa barriga está muito grande, ou será um robusto menino quem sabe com seis quilos, isso pode até ser.

Mas tudo pairava em sua cabeça depois de tantas tentativas em todos aqueles anos de casado, vamos esperar e ver o que vai acontecer.

Quando completou o tempo da gestação o estancieiro tinha providenciado uma parteira que chegou com antecedência na fazenda para fazer o acompanhamento e o parto da sua esposa.

E no dia marcado nasceu um belo menino que pesou seis quilos era robusto e corado, logo em seguida escolheram o nome de comum acordo João Jose receberia o nome dos dois avos paterno e materno.

O fazendeiro já pensava na festa do batizado e quem seria o padrinho daquele belo rebento.



São José/SC 7 de janeiro de 2.007.

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DESERTO DA ATACAMA

DESERTO DA ATACAMA

MOR

Reverencia ao deserto
Com suas flores coloridas.
Naquele lugar incerto
Como podem terem vidas.

Seria as orações dos mineiros
Que dariam aquelas vidas.
Naquele trabalho bem ordeiro
Logo ali estão floridas.

Quando de lá sair ali encontrar
Seria aquele momento.
Ao céu uma oração elevar
No maior agradecimento.

Num obelisco marcar
O infausto salvamento.
Cada nome registrar
O grande acontecimento.

São José/SC, 10 de setembro de 2010.
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UM REINO

UM REINO

MOR

Em terras muito distante tinha um Monarca que governava seu reino por muitos anos a fio, seu povo era ordeiro e bom contribuinte, seu reino era o mais rico nele nada faltava.

Exportava de tudo menos tecnologia, tinha uma educação razoável, mas sem muito desenvolvimento tecnológico, seu governo era fechado, seus ministros não tinham muitos contatos com as necessidades do povo do reino.

Suas estradas construídas com a força do tributos dos súditos, e mais a força braçal dos mesmos.
Tudo era muito demorado em função do protecionismo e uma parcela de súditos, mais bem aquinhoados do reino este sempre recebiam os maiores dotes e benefícios na construção de estradas, pontes e outros meios de transportes que existiam naquele reino, mas os vassalos não favorecidos pela sorte recebiam o necessário, para não competir com os fortes do reino.

No reino só existia dois partidos para eleger o poder legislativo que elaborava as Leis e tudo era determinado pela Sua Majestade o Rei todo poderoso e pela maioria do legislativo.

Entre os vassalos existia um moço muito inteligente, que tinha estudado em outro reino e tinha uma vontade de mudar algumas coisa naquele reino, mas como os vassalos daquele reino não tinha um partido para fazer parte dos destinos do reino.

Tudo acontecia pela falta de cultura, pois os vassalos não tinham oportunidade de expor suas idéias, nos meios de comunicações, pois só existia uma liberdade restrita, e ainda os vassalos não tinham oportunidade de freqüentar escolas melhores simplesmente aprendiam a ler e escrever e um pouco de matemática, para defender suas necessidades naquele reino. Pois da pouca liberdade que existia no reino este moço começou a requisitar entre os vassalos de cada Província, os mais inteligente, e com estes formarem a maioria dos vassalos do reino.

Este jovem mais instruído tinha suas idéias exposta para os vassalos com sua filosofia.

Sempre em seus debates insistia, que para ser ter uma vitória necessitava de ter conhecimento cultura e educação e com isso no futuro ter até uma terceiro partido no reino que viesse defender os direitos dos vassalos, tudo isso diante da pouca liberdade que a maioria dos vassalos tinham no reino.

Foi um trabalho demorado na organização de toda uma estrutura até chegar a desfrutar alguma glória, entre os vassalos existia depois de um certo tempo de formação três linhas filosóficas, naquele reino, uma linha bem radical, uma moderada e a outra menos moderada, nunca se chegava a um consenso nas atividade entre as três linha filosóficas.

A radical queria mudar tudo e ainda todo o sistema no reino e pensava até em transformar numa república, destas república que só tem o nome de república, já os moderados queriam que os vassalos pudessem eleger seus representantes no legislativo do reino e os menos moderados seria a maria vai com as outras, não tinha nenhuma ambição diante de seus companheiros.

Levou muitos anos até se solidificar aquelas filosofias tripartidas até que num momento os radicas conseguem eleger deputados senadores e com isso haver um equilíbrio no legislativo do reino e os vassalos já conseguiam ter suas revindicações atendidas, mas a velha ambição dos radicais continuava viva nos ideais daqueles que queriam mudar aquele reino.
O Monarca já era velho e não tinha herdeiros, pois com isso não estava longe de acontecer uma mudança naquele reino, e ainda com os vassalos no legislativo começaram a dar mais liberdade aos mesmos nos meios de comunicação embora fossem estes ainda muito fraco no reino.

No incio do ano legislativo os vassalos conseguiram a presidência da camara dos deputados e esta foi o começo de uma reviravolta no reinado daquele Monarca.

O velho Monarca, já cansado e sem ter mais forças para comandar aquele reino vendo toda aquela reviravolta, debilitado, sofre um ataque cardíaco fulminante e lá fica o reino sem o seu rei, o senado decreta oito dias de luto e a bandeira é hasteada a meio pau em sinal de luto.

Foi estabelecido três dias de visita ao velório para que todos os súditos pudessem se despedir do velho monarca e no quarto o corpo baixaria a sepultura com a presença de todo o reino.

Desde o falecimento as duas casas legislativas estavam em reuniões consecutivas, não havia um entendimento de quem deveria assumir o reino depois de sepultar o monarca.

Entre as duas casas existiam várias correntes de pensamento sobre o assunto, uns achavam que deveria ser o presidente do senado, logo outros pensavam que deveria ser o presidente dos deputados, já a corrente mais radical entendia que deveria convocar uma assembléia constituinte e transformar o reino numa República, e enfim chamaram o judiciário para resolver o impasse, pois o mesmo tinha que dar um parecer diante de toda aquela divergência que imperava naquele momento.

O judiciário do reino convoca uma Plenária do mesmo e seu Presidente coloca em discussão o assunto daquele momento, depois de muito debate sem chegar a um acordo final um dos juízes do Supremo pede vistas ao processo, para um análise mais profundo sobre o assunto o Presidente concedeu vistas, e deu um prazo de quinze dias para uma nova reunião e chegar a uma conclusão final, e as duas casas legislativas ficaram esperando a resposta.

O Juiz que pediu vistas ao processo depois analisar o mesmo e dar seu parecer diante da Constituição do reino sua tese vai expor no plenário do Supremo no prazo estabelecido pelo seu Presidente.

Quinze dias depois o Judiciário volta a se reunir e escutar a tese e parecer do juiz que solicitou na última reunião e em seguida dar o parecer final as duas casas do legislativo.

Em seu parecer defendeu a tese de que a constituição estabelece no caso em tela que seja formada um Junta Administrativa que terá o prazo de noventa dias, para que seja feito um plebiscito para saber que tipo de governo o povo quer daquele momento em diante, como neste reino o povo tem pouca cultura só Deus sabe o que vai acontecer neste plebiscito.

Quem mesmo vai apostar neste momento dos acontecimentos, o que será o futuro daquele reinado,
só a história futura poderá registrar todos os fatos e atos que vão acontecer.

São José/SC, 18 de setembro de 2010.
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PRÍNCIPE E A DAMA DA NOITE

PRÍNCIPE E A DAMA DA NOITE

Mário Osny Rosa

Era uma vez um príncipe encantado que vivia num castelo, sempre estava à procura de uma dama para sua companheira, vagava a noite por todo o reinado a procura de sua amada.
Pois ele sempre ouvia que existia uma tal de Dama da Noite e estava a sua procura, pretendia se casar com ela.
Depois de vagar quase por todo o reino, numa noite de lua cheia seu olfato percebe um perfume contagiante, quem pode estar exalando esse perfume pergunta para si próprio sai à procura, queria saber de onde vinha o tal perfume.
Encontra um pé de dama da noite e pergunta:
- Qual é o seu nome?
- Sou a dama da noite.
- Como Dama da Noite com essa beleza de flor escondida às vezes na escuridão da noite, como vão conhece-la?
- Os meus amantes ficam de vigia e quando abro numa noite como essa eles vem me visitar.
- E ainda mais tiram fotos para depois mostrar para os amantes de flores a minha beleza.
- Quero ser um de seus amantes me permite?
- Claro que sim, mas tem algumas regras para seres meu amante.
- Quais são as regras?
- As minhas flores só ficam abertas para o deleite de meus amantes uma noite, tem que ficar sempre alerta, para apreciar a minha grandeza. Não posso protelar minha abertura e logo na amanhecer estarei morta com se fosse um encanto.
- Quanta delicadeza só por uma flor?
- Sempre esteja atento quando vier me visitar traga uma filmadora, uma máquina fotográfica, de nada adiante no dia seguinte falar para seus amigos e amigas que viu uma flor muito linda e não poder mostrá-la.
- Então seus amantes são privilegiados?
- Claro que sim, só eles tem essa oportunidade, no dia seguinte só podem me ver murcha sem forças de me manter aberta já sou uma flor morta.
- Mas eu queria casar com você, como farei?
- Mas você é um príncipe encantado como vai casar comigo.
- Eu acho que você também é uma flor encantada tenho que achar uma maneira para terminar com seu encanto.
- Eu penso da mesma maneira que terminar com seu encanto, para vivermos uma vida a dois de amores eternos.
- Queria você ao meu lado e que todos admirassem sua beleza.
- Quem sabe isso um dia aconteça.
Nesse primeiro encontro que já ia pela madrugada, quase amanhecendo o dia a dama da noite fala:
- A beleza de hoje vai chegando ao fim já me sinto cansada sem forças para dialogar.
- Você vai morrer.
- Enquanto não descobrires uma maneira de me desencantar terás sempre esse desconsolo de ver-me só por uma noite.
- Não pode, não pode, não pode, isso, acontecer agora, logo em nosso primeiro contato, que te conheci.
Lá estava o príncipe encantado cabisbaixo triste sem saber o que fazer e a pensar:
- Quanta flor, nesse pé vai abrir nas demais noites de sua floração, como agir para desencanta-la.
A Dama da noite já sem forças exala seu último perfume encantador e sua pétala murcharem numa morte silenciosa sem gemido e o príncipe sai cabisbaixo pensando:
- O que vou fazer agora só resta uma lembrança, da sua beleza na minha memória, parece até que foi um sonho tudo o que aconteceu.
O príncipe voltou ao castelo e continuou a vagar pelo seu reino a espera de mais uma noite e encontrar a Dama da Noite.

Florianópolis, 07 de janeiro de 2004.
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AS ETENIAS ESQUECIDAS

AS ETENIAS ESQUECIDAS

MOR

O índio brasileiro
Foi uma etnia esquecida.
Da educação catarinense
Só agora foi distinguida.

Com ensino superior
Sua língua materna manter.
Num ensino com amor
E sua etnia não desaparecer.

Um povo que tem tradição
Fora dos registros da história.
Por falta da boa educação
Um dia terá sua glória.

Sua sociologia registrar
Por entes de sua raça.
Para um espaço encontrar
Tudo chega de graça.

Nosso estado tem três etnias
Kaingang, Xokleng e Guarani.
Tem história sem soberanias
Em áreas isoladas elas vivi.

São José/SC, 18 de setembro de 2010.
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SÃO FRANCISCO

SÃO FRANCISCO

Túnel do tempo 1906

MOR

Vivendo aquele cenário
De um tempo que não vivia.
Já chegou ao centenário
Daquilo que foi uma magia.

Ver todo aquele movimento
Todos os tipos de transportes.
Dos bólidos daquele tempo
Teria por lá muitas mortes.

O bonde não tinha ponto
Pessoas a caminhar.
Do cliente o encontro
Do movimento escapar.

De todo o entrevero
A lei não existia.
Naquele vasto terreiro
E menos que a cumpria.

São José/SC, 19 de setembro de 2010.
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ALERTA CIDADÕES BRASILEIROS

ALERTA CIDADÕES BRASILEIROS

MOR

Cidadão em letargia
Estejam mesmo atentos.
Cuidado com a maresia
Nos segundos momentos.

Quem um dia lutou contra
Hoje já luta a favor.
Tem a sua moeda pronta
Para dizimar o pavor.

Quem tem boa memória
De quem seria a festinha.
Lembre se da história
Daquele mais bela ferrina.

Não falta nem muitos dias
Para meu Brasil logo mudar.
Com seu povo e seus guias
Nem sei mais em que lugar.

História não foi escrita
Logo o povo não a conhece.
Ela só ficou bem restrita
E o tempo não a envelhece.

Da nobreza deste povo
Vejo uma grande esperteza.
Quando já volta de novo
Enganando toda a pobreza.

São José/SC, 18 de setembro de 2010.
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domingo, 29 de agosto de 2010

O CINEMA ESQUECEU UMA HISTÓRIA

O CINEMA ESQUECEU UMA HISTÓRIA

MOR

Com a passagem dos sessenta e cinco anos do lançamento da primeira bomba atômica sobre a cidade de Hiroshima, um fato interessante me veio a memória neste momento, pois o cinema americano esqueceu a dita história, a mais trágica da segunda guerra mundial.

No entanto o cinema americano produziu muitos filmes sobre a segunda guerra mundial, como a batalha de Pearl Habor em que os japoneses foram derrotados e tantas outras produções nos campos de batalha da Europa sobre o mesmo tema.

Será que os americanos não viram nada em Hiroshima naquele tágico dia do lançamento daquele poderoso petardo? Ou diante do efeito do mesmo o cinema americano não quis mais rever aquela história que até hoje vivem muitos mutilados originados pelos efeitos da radiação atômica, hoje no final de sua vidas relembram aquele momento que a cidade se viu destruída com marcas até hoje existentes em seu meio.

Naquele dia um segundo sol brilhou intensamente no céu daquela cidade destruindo tudo e mantando muita gente velhos adultos jovens crianças nas escolas, aqui em Santa Catarina vive um Japonês que por milagre se salvou daquele trágico momento, pois o mesmo não foi a escola naquele dia, mas seus colegas todos morreram naquele instante fatídico.

E este cidadão erigiu um monumento para a Paz num pequeno Município de Frei Rogério, no Estado Santa Catarina, local que recebeu imigrantes japoneses, que ali desenvolveram a fruticultura da nectarina, pêssego, mação e finalmente desenvolveram o famoso alho Chonan, que é produzido no Sul do Brasil.

Com tanta história na vida destes japonês sua história é pouco lembrada e menos cultuada, como um incentivo de mais paz neste mundo tão hostil em nossos dias.

Para que os homens do futuro não pensassem em guerras, mas sim pensassem em paz e harmonia entre os povos erradicando todos os males da atualidade em que vivemos, pois com o dinheiro das guerras fossem traduzidos em alimento para amenizar a fome dos países mais pobres deste belo planeta terra.

Pois é revendo a história que se educa a juventude e hoje só se revê a história num mundo globalizado usando os meios modernos de comunicação, mídia, cinema, televisão e intermete.

Hoje com o modernismo da era digital, e com os arquivos da segunda guerra mundial poderia ser feito um filme sobre o assunto, e seria uma lição educativa, para as gerações futuras deste planeta.

São José/SC, 29 de agosto de 2010.
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